


Minhas exposições desdobram-se no tempo como conversas íntimas entre imagem, máquina e afeto.
Dos canais ancestrais de Veneza às geometrias pulsantes de Miami, das colinas luminosas de Lisboa a cada novo território, cada mostra cristaliza um instante dessa busca incessante por narrativas que ecoem os tremores do nosso tempo.
Percorrer esta trajetória é testemunhar uma evolução artística que se desdobra em exercício de escuta — cada espaço expositivo transformado em câmara de ressonância para os sussurros do contemporâneo.